August 19, 2008

Despesas Fixas

A expressão Despesas Fixas é utilizada no mercado de seguros para designar a cobertura que visa reembolsar as despesas fixas do estabelecimento segurado em caso de interrupção das atividades devido a um evento coberto por uma outra garantia contratada pela apólice, e que tenha gerado queda no faturamento, devidamente comprovada através de registros contábeis.

São entendidas como Despesas Fixas, por exemplo, os honorários, salários, encargos sociais e trabalhistas, aluguéis, impostos, contas de água, gás, luz, telefone e condomínio.


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  • Fundação Escola Nacional de Seguros

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Namoro no Brasil no século XIX

No Brasil daquela época muitos enamorados se correspondiam por meio de flores. O tipo e o tamanho de ramalhetes comunicavam pensamentos, horas e locais de encontro. As mulheres pouco saíam de casa e quando o faziam era para irem à missa. A igreja era um ponto de encontro mais seguro para os apaixonados. Isso fazia com que os pretendentes fossem à igreja no mesmo horário e fizessem declarações de amor entre uma reza e outra.

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Sistema Nacional de Seguros Privados

O Sistema Nacional de Seguros Privados do Brasil (SNSP), é formado por orgãos e empresas que trabalham no mercado de seguros capitalização e previdência complementar aberta. Tem por objetivo criar um ambiente para formulação da política de seguros privados, e legislar sobre suas normas, além de fiscalizar as operações.

É formado pela Superintendência de Seguros Privados, o Conselho Nacional de Seguros Privados, o IRB-Brasil Re, e pelas as sociedades autorizadas a operar em seguros privados e capitalização, as entidades de previdência privada aberta e os corretores de seguros habilitados.

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August 18, 2008

Marilu Segatto Guimarães

Deputada, sulmatogrossense, professora, empresária e jornalista, exerce o seu 2º mandato federal. Ex-deputada estadual (1987-91), foi vice-prefeita e prefeita interina (1989-91) de Campo Grande, MS. Centro, pertence às bancadas ruralista, feminina e atua junto à bancada da saúde.

Define-se como uma parlamentar social-democrata.

Adepta da economia de mercado, votou a favor da quebra dos monopólios do petróleo e das telecomunicações. Apoiou a reeleição e disse sim ao texto base da reforma da Previdência. Ausente na votação do seguro acidente de trabalho, também não compareceu às votações do contrato temporário e da MP que suprimia direitos dos servidores.

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Imposto sobre a propriedade de veículos automotores

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um imposto brasileiro.

É um imposto estadual, ou seja, somente os Estados e o Distrito Federal têm competência para instituí-lo (Art.155, I, c da Constituição Federal).

O IPVA tem como fato gerador a propriedade do veículo automotor (automóveis, motocicletas, embarcações, aeronaves, etc).

Os contribuintes do imposto são os proprietários de veículos automotores.

A alíquota utilizada é determinada por cada governo estadual, com base em critério próprio. A base de cálculo é o valor venal do veículo, estabelecido pelo Estado que cobra o imposto.

A função do IPVA é exclusivamente fiscal.

Em 2005, o estado que cobrava a maior alíquota era São Paulo, com 4% sobre o valor venal do veículo. Outros Estados têm sua alíquota variando entre 1% e 3%.


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  • Lista de tributos do Brasil

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Ali G Indahouse

Ali G Indahouse: O Filme é um filme de 2002 dirigido por Mark Mylod no qual estrela o personagem ficcional Ali G, interpretado pelo comediante britânico Sacha Baron Cohen. A película é o primeiro filme de uma espécie de trilogia de filmes baseados em personagens de Cohen, uma vez que este filme trata da série de TV Da Ali G Show, o segundo trata sobre Borat (Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan) e especula-se que o terceiro filme trate sobre o personagem Bruno.

O filme trata da eleição de Ali G (um jovem alienado e barulhento, fã de hip-hop) para o Parlamento Inglês, entrando, naturalmente, em grandes problemas


  • “The ultimate Borat + Ali G website”
  • Ali G InDaHouse London Movie Review

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August 17, 2008

Distrito de Haines

O Distrito de Haines é um dos 27 distritos do Estado americano de Alasca. É um distrito organizado, ou seja, que possui o poder e o dever de fornecer certos serviços públicos aos seus habitantes. Sua sede de distrito é Haines. Possui uma área de 6,070 km², uma população de 2 392 habitantes e uma densidade demográfica de cerca de 0.3 hab/km².

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PuTTY

O PuTTy é um cliente de SSH destinado a promover o acesso remoto a servidores via Shell Seguro - SSH - e a construção de “túneis” criptografados entre servidores.

Também suporta conexão direta (raw), telnet, rlogin e por porta serial.


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  • PuTTy
  • Freshmeat

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Resseguro

Denomina-se resseguro à operação pela qual o Segurador, com o fito de diminuir sua responsabilidade na aceitação de um risco considerado excessivo ou perigoso, cede a outro Segurador uma parte da responsabilidade e do prêmio recebido. Desse modo, o resseguro constitui-se num tipo de pulverização em que o Segurador transfere a outrem, total ou parcialmente, o risco assumido ou, em resumo, um seguro do seguro.

O ressegurador tanto pode conceder comissões à seguradora cedente ou retrocedente, acompanhando o padrão tarifário original, como utilizar tarifas próprias, geralmente inferiores àquelas, nos casos de resseguros proporcionais.

No que concerne aos resseguros não proporcionais, em que se desconsidera o exposto ao risco de forma isolada, computando-se carteiras ou sinistralidade global, as bases tarifárias são ajustadas por processos diferentes dos utilizados no resseguro proporcional. A principal função do ressegurador é, por conseguinte, a de promover a estabilidade das carteiras das cedentes ou retrocedentes.


História

De acordo com os documentos históricos, a primeira operação de resseguro, lavrada em contrato, teria ocorrido no ano de 1370. A primeira referência legislativa 102 estaria consignada no Guidon de la Mer de Rouen. Por se tratar de operação complementar e indispensável, sua evolução foi semelhante à do seguro, sendo os primeiros resseguros feitos sobre riscos marítimos. A exemplo do seguro, o resseguro, em seus primórdios, também teve caráter meramente especulativo, comportamento este que ocasionou a sua proibição na Inglaterra, pelo Marine Insurance Act, de 1745. Esta proibição foi mantida por mais de um século. Somente em meados do século seguinte é que o resseguro tomou impulso, como conseqüência da difusão do seguro contra incêndio. Grandes incêndios ocorridos na Europa, notadamente o de Hamburgo, ocorrido em maio de 1842, e que durou vários dias, e causou imensos prejuízos, chamaram a atenção para a necessidade da organização de empresas resseguradoras. A Alemanha, considerada o berço do resseguro moderno, teve a hegemonia destas operações até a deflagração da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Em conseqüência desta guerra, perdida com o armistício de 1918, a Alemanha foi alijada de muitas posições que internacionalmente mantinha, além de ver reduzido o seu volume interno de negócios, em face do debilitamento da sua economia, ademais de assistir ao surgimento ou obustecimento de muitos concorrentes externos, principalmente suíços. A primeira entidade exclusiva de resseguros de que se tem notícia foi a Koelner Ruckversicherungsgesellschaft, fundada em 1846.

No Brasil, o resseguro era praticado, principalmente, por empresas estrangeiras, até o advento do Instituto de Resseguros do Brasil, criado pelo Decreto-Lei no 1.186, de 03.04.1929. Em 2000, tentou-se realizar a abertura do mercado; contudo, esta tentatifva foi frustrada por causa de uma ADIn impetrada, fundamentada em que o tipo de ato normativo usado para a abertura (uma Lei ordinária) era inadequado. Em 2007, foi sancionada pelo presidente em exercício a Lei Complementar nº 126, de 15 de janeiro de 2007, que realizou a abertura de mercado que não foi possível em 2000.

No entanto, apenas em julho/07 foi publicada a resolução CNSP nº 164/07, que regulamenta a regra de transição de mercado fechado para mercado aberto, estando pendente ainda a regulamentaço definitiva da abertura do mercado brasileiro de resseguro. Pela regra de transição, basicamente o IRB continua com o monopólio do mercado, mas, no caso de este recusar um risco, a seguradora pode fazer a oferta deste no exterior, diretamente ou através de brokers de resseguro. Antes, a colocação no exterior tinha que ser através do IRB.


Tipo de contratos de Resseguro


Automático

É uma forma de contrato pelo qual se estabelece, automaticamente, a responsabilidade do ressegurador, até determinado limite de cobertura, desde o momento em que o seguro foi aceito pela seguradora direta ou pelo ressegurador retrocedente. O resseguro automático pode ser complementado por outro contrato de resseguro avulso, para garantir riscos de montante muito elevado, não totalmente cobertos pelo resseguro automático.


Avulso

É o resseguro que não dispõe de cobertura automática, ou que ultrapassa o referido limite. Neste caso é necessário que a seguradora direta ou a retrocedente solicite cobertura de resseguro para as propostas que recebe em tais condições, caso a caso.


Catástrofe

É um tipo de resseguro não proporcional destinado a prover cobertura para ocorrências danosas de grandes proporções, provenientes da acumulação de sinistros conseqüentes de um mesmo evento ou de uma série de eventos com o mesmo nexo causal. O ressegurador ajusta com a seguradora cedente um limite de perdas, denominado Limite de Catástrofe, a partir do qual são recuperados os prejuízos excedentes, geralmente resultantes de convulsões da natureza, incêndios, explosões etc. O ressegurador costuma ajustar, ainda, o seu Limite Máximo de Responsabilidade. Em face de a natureza e de os eventos sob cobertura, serem potencialmente capazes de gerar prejuízos de elevadíssimo montante, é comum que estas ocorrências sejam resguardadas mediante a constituição de pools ou consórcios, geralmente embasados em fundos formados pela contribuição periódica das seguradoras expostas a tais riscos, contribuição esta complementada por um mecanismo contratual de chamada residual, sempre que o numerário depositado nos fundos não seja suficiente para a cobertura integral dos prejuízos.


Diferenciado

É o sistema em que as condições dos planos de resseguro são negociadas especificamente, fora dos padrões habituais, em função do perfil de cada carteira de seguros.


Em condições originais

É o resseguro onde o ressegurador assume o risco exatamente nas mesmas bases da aceitação da seguradora cedente como se segurador também fosse, embora sem se responsabilizar diretamente com o segurado, mas tão-somente com a cedente. É um tipo de resseguro proporcional, no qual o ressegurador se obriga a constituir as mesmas provisões da cedente, nas mesmas bases, matemáticas inclusive, quando for o caso.


Excedente de Responsabilidade

É a forma mais difundida de resseguro. É um contrato de resseguro proporcional no qual a seguradora cedente ou retrocedente, se obriga a ceder ao ressegurador aceitante, parte ou totalidade do que exceder o seu limite de retenção (também chamado de pleno) em cada risco isolado.


Excesso de Danos

É um tipo de resseguro não proporcional no qual o segurador direto fixa uma importância determinada para cada sinistro, ou uma importância global para todos os sinistros que venham a ocorrer em determinado prazo. Esta importância se denomina limite de sinistro, máximo de conservação de danos ou prioridade. Quando o limite de sinistro não é atingido, o segurador arca com a totalidade das indenizações e recupera do ressegurador as que excederem o referido limite.


Excesso de Sinistralidade

Um tipo de resseguro não proporcional que consiste em o segurador cedente suportar determinado coeficiente sinistro/prêmio. Acima do valor deste coeficiente cabe ao ressegurador responder pela totalidade dos prejuízos verificados, e sua participação pode também ser limitada, em termos percentuais ou em valores absolutos.


Facultativo

É o resseguro em que cada uma das partes envolvidas (segurador e ressegurador) tem inteira liberdade para decidir sobre o oferecimento e a aceitação de responsabilidades.


Facultativo / Obrigatório

É o tipo de resseguro no qual a seguradora cedente se reserva o direito de selecionar os riscos que vai ressegurar, cabendo, ao ressegurador, a obrigação de aceitá-los.


Misto

Em sentido geral, e notadamente europeu, é uma modalidade de resseguro proporcional também conhecida por Resseguro Misto de Quotas- Parte e de Excedentes. No Brasil, além deste tipo de resseguro, costuma-se combinar modalidades de resseguro proporcional e não proporcional, tais como Excedente de Responsabilidade e Excesso de Danos. Dá-se a esta combinação a denominação de Resseguro Misto.


Não Proporcional

É aquele no qual o ressegurador responde pela totalidade da carteira ou pela sinistralidade globalmente considerada e se responsabiliza pela parte que exceder o limite de sinistro da seguradora cedente.


Obrigatório

É o resseguro que deve ser efetuado por força de lei (legalmente obrigatório) ou em decorrência de um contrato (contratualmente obrigatório). 16. PERCENTUAL – É uma forma de resseguro proporcional, efetuado sob a forma de excedente de responsabilidade e convertido em percentual. Não confundir com Resseguro por Quota.


Por Quota

É um tipo de resseguro proporcional no qual a seguradora cedente ou retrocedente, repassa ao ressegurador uma quota fixa percentual dos seus negócios, e o ressegurador se responsabiliza pela mesma proporção em cada um dos sinistros ocorridos, como se sócio fosse da sociedade cedente ou retrocedente. Esta forma de resseguro, isoladamente, tem restrita aplicação, sendo mais comum a sua utilização em conjugação com o resseguro Excedente de Responsabilidade.


Proporcional

É aquele no qual o ressegurador responde por parte proporcional, previamente definida, em relação ao risco integral. Os resseguros de Excedente de Responsabilidade, Quota e Misto (quota mais excedente) são exemplos de resseguro proporcional. De modo geral este tipo de resseguro é mais adequado quando se podem identificar indubitavelmente os riscos isolados e seus respectivos valores segurados.


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  • MARQUES, Henrique do Valle Magalhães. Dicionário de Seguros: Vocabulário Conceituado de Seguros (2ª ed.). Rio de Janeiro: Funenseg, 2000.
  • BRASIL. Lei Complementar nº 126, de 15 de janeiro de 2007.
  • BRASIL. Resolução CNSP nº 164, de 2007.


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  • Fundação Escola Nacional de Seguros

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August 16, 2008

Espada

A palavra espada é comumente usada para se referir a uma série de armas brancas longas, formadas por uma lâmina e uma empunhadura; abrangendo, por extensão, objetos como o sabre, o florete, o gládio, o espadim e a katana, entre outros.
A espada, na verdade é formada por uma lâmina comprida, normalmente reta e pontiaguda, de metal, com gume em ambos os lados.


Histórico

Durante muito tempo a espada foi a principal arma para combate corpo-a-corpo, sendo usada tanto pela infantaria quanto pela cavalaria. Mesmo com o advento das armas de fogo, continuou a ser usada como instrumento bélico.

Apesar de algumas unidades hipomóveis de polícia ainda adotarem a espada (inclusive para praças), atualmente ela é principalmente um elemento simbólico. Em celebrações militares, representa a justiça e autoridade do oficial nas Forças Armadas. Em artes marciais, a prática do manejo da espada é um veículo para o desenvolvimento espiritual. Finalmente, há também o lado esportivo, representado por disciplinas como a esgrima e o kendo.


Na Esgrima

Designa especificamente uma das armas usadas, não sendo neste caso sinónimo de florete ou sabre, as outras disciplinas da modalidade.

  • Peso máximo: 770g
  • Comprimento máx. da lâmina: 90 cm
  • Comprimento máx total: 110 cm


No Mundo

Dependendo do país, as espadas podem ter formatos e tamanhos diferentes. No Japão ela é conhecida como Katana, as espadas japonesas são feitas artesanalmente e podem levar até um ano para ficarem prontas, contudo o seu corte e peso são precisos para que seja possível manejá-la com facilidade.

Talvez devido à influência da cultura de massa, em especial dos filmes de artes marciais e videogames japoneses, alimentou-se o mito de que as espadas ocidentais, de dois gumes e lâmina reta, eram pesadas e de difícil manejo, em comparação com katana e outras armas orientais. A comparação entre peças históricas do ocidente e do oriente mostra precisamente o contrário, no entanto.

A espada foi popularizada, principalmente, pelos livros de histórias medievais.


A espada na Idade Média

A espada era o instrumento bélico favorito na Idade Média (seguido pelo arco e a lança), é uma arma de curto alcance e, pelos conceitos da época, bem perigosa.
A espada era utilizada em larga escala nessa época nas guerras santas, as batalhas contra os mouros.


Florete

Espada longa e fina, utilizada na esgrima. Exige muita habilidade do espadachim uma vez que a forma de ataque eficiente, devido à constituição de sua lâmina (cilíndrica e extremamente afiada na ponta), seria a estocada.


Sabre

Arma de cavalaria, lâmina larga, ligeiramente curva e de um fio só. Seu comprimento era suficiente para atacar tanto soldados desmontados quanto montados. Tradicionalmente, o sabre antigo é afiado para o comprimento total do gume e 1/3 do lado oposto (o chamado “falso gume”)


Katana

Arma padrão dos samurais para a prática do kenjutsu, tem gume apenas de um lado, e sua lâmina é ligeiramente curva. A espada Katana era muito mais que uma arma, para um samurai, era a extensão de seu corpo de sua mente.


A Espada de perto

A espada é formada por uma lâmina de metal, reta, com gumes dos dois lados e uma ponta.
Essa lâmina era fixada no cabo da espada, feito de metal ou madeira, normalmente o cabo era grande o suficiente para que pudesse ser segurado com as duas mãos, diferentemente do que é visto nos filmes e videogames.

A espada têm seus caminhos, forças e usuários. Sua dimensão é variável, comportando a origem do metal, forja, força efetiva e maneabilidade.
Outrora Mestres forjadores europeus, árabes e orientais estabeleceram as regras principais da lâmina:
Concisa, formato variável, tenaz, durável ao combate.

Diversos materiais e feitos deram forma ao objeto marcial, do bambu ao titânio.

Seu significado permanece comum na História antiga e moderna.


Veja também

  • Espata - arma que deu origem ao nome.
  • Esgrima


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  • Cultura Japonesa - Kataná
  • Um dos maiores e mais populares sites sobre espadas da Internet - Em Inglês

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